O apresentador sul-mato-grossense, que na época apresentava o programa "Fantasia", sempre financiou células terroristas islâmicas, devido ao seu ódio eterno pelos americanos. Esse ódio floresceu em seu coração dois anos antes do grande atentado, quando o apresentador foi expulso – e preso temporariamente – dos Estados Unidos por transportar uma pequena quantidade de maconha na bagagem do avião.
Na ocasião, o apresentador alegou que "não sabia que eram entorpecentes". Desde então, Celsinho Marreta (como é conhecido no mundo terrorista) passou a financiar cada vez mais atentados contra as Forças Armadas dos Estados Unidos, que estavam em missão no Iraque na época. O próprio apresentador, em viagem ao Afeganistão em 23 de agosto de 2000, planejou e executou um atentado com explosivos na capital do país, que culminou na morte de 286 pessoas, a maioria norte-americanas.
A gota d'água viria no ano seguinte, em 11 de setembro de 2001. 11 de setembro foi a data em que Celso Portiolli foi preso nos Estados Unidos, com um total de 20,01 gramas de maconha, daí a data escolhida. Ele entrou em contato com o núcleo da Al-Qaeda, onde manteve contato próximo e amigável com Osama Bin Laden, que foi usado como bode expiatório. O fim da história, como todos sabemos, foram os atentados. O apresentador foi o responsável por todo o planejamento, que durou vários meses.
Reza a lenda que ele continua até hoje envolvido com células terroristas na América Latina e é parcialmente responsável pela crise na Venezuela.
